Hoje vivemos em um mundo ligado e interligado através dos mais diversos meios de comunicação, que além de estarem em todos os cantos, são atualizados e recriados quase que a todo o momento buscando estreitar a relação com os seus usuários. O conteúdo dentro da grande rede é incontável, mas a cada dia surgem novos termos que definem as identificações dos métodos difusão de informação, como a Glocalização.
O nome vem da junção de duas palavras que já são conhecidas, a Globalização e Localização, as duas são divididas em dois processos: antagônicos e complementares, os dois se diferem pelo modo da distribuição da informação, mas juntos dão vida ao método recém criado.
Os antagônicos acontecem por um meio de comunicação de uma região, e através da globalização passam a fazer parte de uma “nova cultura”, posteriormente mudando os hábitos e costumes do lugar.
Os complementares são aqueles que disponibilizam informação usando os meios mais comuns, que facilitam o acesso dos usuários, o caminho pelo qual a expressão cultural de uma região é difundida com mais facilidade, seguindo lado a lado com as novas tecnologias.
Desta forma o processo de Glocalização é dependente da troca de informações ao redor do mundo, utilizando cada vez com mais frequência os novos meios de comunicação, mas sem esquecer dos velhos e bons meios tradicionais como: telejornais, revistas, jornais impressos e o rádio.
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